Miguel Pinto Guimarães

 

 

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Residencial | Residência PC


 

.Residência PC | SP


 


































Residência PC
Além de beleza, sustentabilidade e excelente vedação, portas e janelas possuem papel fundamental em versatilidade de projeto do arquiteto Miguel Pinto Guimarães
Ao assinar um projeto residencial em condomínio de alto padrão no interior paulista, o arquiteto Miguel Pinto Guimarães se viu diante de um desafio comum para profissionais de sua área: encontrar elevado índice de vedação, excelência estética e proposta sustentável. Mais que isso, também precisava de esquadrias eficientes à ideia de oferecer uma residência que pode assumir diferentes configurações. Logo, sua escolha foi pela MADO Janelas & Portas. A empresa, presente há mais de 15 anos no segmento de esquadrias de madeira, ofereceu caixilhos em diversas tipologias, que se adequaram às necessidades e especificações do projeto.
Com 642 metros de área construída, a casa foi desenvolvida para ser retraída ou expandida conforme o número de hóspedes. Na ausência de visitantes, por exemplo, a residência pode ser “reduzida” à metade de seu tamanho original, resumindo-a ao apartamento do casal de proprietários, sala e cozinha. Desse modo, a casa nunca perde seu caráter de aconchego, ninho.
Para consolidar essa proposta flexível, o arquiteto desenvolveu o projeto em três blocos: no primeiro, quartos de hóspedes; no segundo, cozinha e uma conexão a áreas de serviço e caseiro; já o terceiro, o apartamento do casal. O último espaço é constituído por sala íntima com televisão, escritório e dormitório. Painéis de correr assumem o papel de isolar ou integrar esses ambientes.
Abaixo do terceiro bloco encontra-se uma área projetada para servir como sala e varanda. Aliás, para evidenciar o gesto arquitetônico de blocos pousados uns sobre os outros, o arquiteto optou por uma estrutura metálica que permite grandes vãos. A ausência de pilares no vão central da sala de estar faz com que as esquadrias, quando recolhidas, transformem o ambiente em uma grande varanda, no qual o jardim rompe a arquitetura e atravessa o terreno de ponta a ponta.
Além de promoverem uma composição harmoniosa e funcional com a residência, as esquadrias se mostraram ideais à proposta de valorização ecológica do projeto. Situado em um terreno de mais de 3.100 m2 de generosa vegetação, os blocos priorizam o uso de materiais como pedra e madeira. Contam ainda com telhados ecológicos – os populares telhados verdes.
De acordo com a política sustentável da empresa, os caixilhos da MADO são produzidos em Lyptus, madeira certificada oriunda de florestas renováveis, por meio de um processo que, para cada árvore derrubada, outra é replantada. A empresa foi pioneira na adoção desta matéria-prima no mercado brasileiro de esquadrias.

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