Cristiane Furlan e Silvia Cabrino

 

Cristiane Furlan e Silvia Cabrino

 

 

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Restaurante


 

 


        

Restaurante Montana Steaks | Piracicaba / SP

 























A arquitetura do steakhouse Montana Steaks, novo projeto gastronômico do Grupo Montana Grill, foi premiada na segunda edição do prêmio Lafarge Gypsum, um concurso de âmbito nacional que laureou vinte projetos de arquitetura de interiores, escolhidos entre mais de 200 de todo o País.


Montana Steaks

A história de uma cidade pode ser contada de várias formas e através de vários elementos. Na cidade de Piracicaba, interior do Estado de São Paulo, o Grupo Montana Grill, inaugura o Montana Steaks, um novo conceito de steakhouse, em uma casa de 107 anos, tombada pelo CONDEPAC em nível integral, (Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Cultural), o que significa que as características originais devem ser preservadas.

Localizada em uma área de 1.000 metros quadrados, na Rua Alferes José Caetano,no centro da cidade, o prédio foi totalmente reformado. O projeto de restauro ficou a cargo das arquitetas Cristiane Furlan e Silvia Cabrino. “Este prédio é um exemplo de obra eclética, cujas técnicas construtivas mais elaboradas foram trazidas pelos imigrantes, principalmente italianos. Um bem tombado adquire importância social e cultural, estabelecendo limites aos direitos individuais”, explica uma das arquitetas responsáveis pelo projeto, Cristiane Furlan.

De acordo com Cristiane, o edifício é de alvenaria auto-portante, executada com tijolos largos e resistentes, com fundação reforçada no porão. O projeto preserva totalmente a fachada, porém em seu interior, algumas paredes foram demolidas para atender o novo uso. Já os antigos terraços, foram preservados, pois servem de pano de fundo para a fachada.

Nos terraços foram mantidos os ladrilhos hidráulicos da década de 50 e foro paulistinha de madeira. O pé direto da casa de quatro metros foi mantido; já o porão, com pé direito original de dois metros foi rebaixado, a fim de se conseguir um aumento para dois metros e meio. O assoalho em peroba rosa, de nove centímetros, foi totalmente mantido.

As janelas foram preservadas, através de réplicas, pois as originais já estavam comprometidas por insetos xilófagos. As portas almofadadas, encontradas nos terraços, foram mantidas e as grades e os portões foram recuperados e preservados. A fachada foi totalmente recuperada, os pontos de reboque danificados, e com infiltração, foram integralmente restaurados.

O projeto prevê também uma nova cobertura metálica que une a antiga garagem ao corpo principal da casa, a fim de promover um espaço coberto na área externa da casa, que será ocupado por mesas, e emoldurada, por uma grande jabuticabeira. Um bloco novo limpo, branco, com a intenção de ser quase invisível, abriga os banheiros públicos. Uma caixa de vidro une o volume da antiga garagem a do novo bloco, conectados e desconectados ao mesmo tempo através da transparência do vidro.

O paisagismo aparentemente comportado com espelhos d´água e volumes que remetem a arquitetura da casa reserva surpresas ousadas, como as palmeiras que rasgam o deck suspenso de madeira.

“Os pedriscos soltos, os caminhos de madeira, a grande pérgula, a jabuticabeira, promovem um oásis no centro da cidade”, ilustra a arquiteta.

A casa reformada é composta de quatro ambientes, bares americanos, salão interno, jardim, externo e um deck; sua capacidade é de 260 lugares, com espera sentada para 20 pessoas.

O Montana Steaks se trata de um novo conceito, pois é um restaurante “a la carte”, do autêntico tipo Steak House, com os melhores acompanhamentos da cozinha internacional em um ambiente moderno. Todos equipamentos da casa serão de alta performance e em seu cardápio estão contidas as melhores carnes premium do mercado, selecionadas e com acompanhamento direto do produtor, em cortes exclusivos.


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