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Abrigo


Abrigo para Menores Carentes  / Porto Alegre / RS


[amplia]


Colaboração: Arq. César Vieira
Data: agosto/2005

O Abrigo João Paulo II é uma entidade ligada a Igreja Católica (Congregação dos Pobres Servos da Divina Providência) que funciona em Porto Alegre desde 27 de junho de 1981, tendo como primeira sede na Av. Bento Gonçalves 1701, Bairro Partenon.
Esta unidade abriga os menores na sua última fase na instituição, dos 15 aos 18 anos.
Mesmo com um papel fundamental no funcionamento da entidade, esta unidade era a que passava por maior grau de abandono, mantendo-se aberta pela boa vontade de todos e pala extrema necessidade de manter aberta esta unidade de importância estratégica na reinserção dos menores na sociedade, enfim, no mundo que os esperava a partir dos 18 anos.
O Local onde está esta sede do Abrigo é de suma importância por sua acessibilidade e localização.
A franca ligação com a cidade será uma das premissas deste projeto pois, segundo os novos conceitos para abrigos e instituições para menores carentes, estes devem estar presente na sociedade e não isolados, presos ou tratados como anormais. A atual localização também dá visibilidade à instituição, aumentando assim o interesse de voluntários.
O projeto de uma nova sede para o Abrigo João Paulo II situada na Av. Bento Gonçalves é o objeto deste trabalho final de graduação.
Faz parte desta proposta procurar uma solução adequada e viável para esta instituições buscando também atender uma demanda do bairro onde esta entidade se insere.
O Abrigo João Paulo II tem como um de seus objetivos trazer a sociedade para dentro do abrigo, promovendo eventos e estimulando o voluntariado. Mas para que este objetivo seja plenamente atingido, falta a estrutura física. Portanto, Este projeto contempla um Centro de Convivência para Jovens integrado ao abrigo, com cursos e espaço para eventos culturais. Dessa maneira, o projeto atende as necessidades do Abrigo e absorve a demanda vinda da escola estadual que fica ao lado, do bairro Santo Antônio e do próprio abrigo.
Assim o Abrigo "abrigará" não só jovens em situação de risco, mas todo um contingente de adolescentes que se beneficiará das atividades desenvolvidas nele.

Condicionantes:

Facilidade de acesso e grande visibilidade da instituição. Por isso é importante manter esta unidade do Abrigo onde ela é hoje, para integrar estes jovens na sociedade
Fazer um projeto visando o bem estar do interno e fazer, principalmente, deste lugar um lar e não uma instituição fria e impessoal. Dar a estas pessoas identidade e fazer com que elas apropriem-se do seu espaço, criem laços e se sintam em uma família.
Fazer com que os jovens se sintam bem neste lugar, não só os internos, mas também os visitante, atrair pessoas da comunidade e também voluntários para o Abrigo
Não fazer um projeto no modelo tipo "orfanato" ou "FEBEM". O projeto deve ser formalmente leve e agradável, de maneira alguma deve parecer uma prisão
Manter os limites de habitação constantes do Estatuto da Criança e Adolescente q caráter público que é de 25 pessoas por núcleo e evitar grandes dormitórios coletivos.
Mesmo visando tudo isso, dar segurança e privacidade aos internos, mesmo tendo tantas atividades de caráter público incluídas no programa. Planejar os acessos e os percursos.


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